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Nas ruas

Corrida da Rondesp celebra esporte e cidadania na Vila Militar do CAB

Prova tem percursos de 5 km e 10 km na região do CAB

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A Vila Militar do Centro Administrativo da Bahia (CAB) será palco, neste domingo (18), de mais uma celebração ao esporte, à saúde e à cidadania. A 5ª edição da Corrida da Rondesp vai movimentar a região com a participação de atletas amadores e profissionais, além de policiais militares e pessoas com deficiência (PCDs), em percursos de 5 km e 10 km. A largada está marcada para as 6h30, com chegada na DAL da Polícia Militar da Bahia, na Vila Militar do Centro Administrativo da Bahia (CAB),.

Promovida pela Federação Baiana de Triathlon (Febatri) e pela Polícia Militar da Bahia, a prova reforça a conexão entre o esporte e os valores de integração social e promoção da saúde. O evento tem apoio da Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia (Sudesb) — órgão vinculado à Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre) — e do programa Bahia Sem Fome, do Governo do Estado.

Além de fomentar o atletismo de rua, a Corrida da Rondesp se consolida como um evento que valoriza a inclusão de pessoas com deficiência e amplia o diálogo entre a comunidade civil e as forças de segurança, num ambiente de respeito e incentivo à prática esportiva.

Nas ruas

Corrida do Bahêa reúne mais de 10 mil pessoas com chegada especial na Fonte Nova

Quarta edição do evento une atividade física, entretenimento e paixão pelo tricolor no Dique do Tororó

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A Corrida do Bahêa voltou a transformar o entorno da Casa de Apostas Arena Fonte Nova em um espaço de encontro diferente para o torcedor tricolor. Na quarta edição do evento, mais de 10 mil pessoas participaram da prova, que uniu atividade física, entretenimento e identidade clubística em um mesmo cenário.

Desta vez, o ambiente rompeu com o ritual tradicional do futebol. No lugar da arquibancada e da cerveja, tênis de corrida, hidratação e um percurso que teve como ponto de partida o Dique do Tororó. A mudança de comportamento revela um movimento mais amplo: o clube passa a ocupar também o campo do bem-estar e da qualidade de vida.

O evento, com inscrições esgotadas, reforça essa estratégia. Ao levar a corrida para a Fonte Nova, o Bahia amplia o uso simbólico do estádio, transformando-o em espaço de convivência e não apenas de competição. A participação de torcedores de diferentes idades, como corredores iniciantes e idosos, indica que o alcance vai além do público tradicional do futebol.

Após a prova, a programação seguiu com shows e ativações, reforçando o caráter híbrido do evento: esporte e entretenimento dividindo o mesmo protagonismo. Esse formato ajuda a explicar o crescimento da corrida, que já soma mais de 30 mil participantes ao longo das edições e se posiciona como uma das maiores do Norte-Nordeste.

Mas o sucesso também levanta uma questão: até que ponto iniciativas como essa fortalecem hábitos esportivos contínuos? O engajamento pontual é evidente, mas o desafio está em transformar a experiência em rotina para além do evento.

Ainda assim, a Corrida do Bahêa mostra um caminho relevante. Ao aproximar o torcedor do clube por meio do movimento, o Bahia amplia sua presença no cotidiano da cidade e reforça uma tendência: o futebol, cada vez mais, deixa de ser apenas jogo e passa a ser experiência.

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Na vida

Livro de Raquel Castanharo propõe nova forma de entender a corrida e desmonta mitos do esporte

O que a ciência diz sobre correr e por que o corpo pode ir além do que se imagina?

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A corrida, uma das práticas esportivas mais populares do mundo, ainda é cercada por dúvidas, fórmulas prontas e crenças pouco fundamentadas. É nesse cenário que a fisioterapeuta e maratonista Raquel Castanharo lança o livro Este livro não é só sobre corrida, uma obra que busca aproximar ciência e prática de forma acessível.

Publicado pela Editora Planeta Brasil, o livro se apresenta como um manual completo, mas vai além do aspecto técnico. A proposta é questionar padrões e provocar uma reflexão sobre o próprio corpo, tratando a corrida não apenas como exercício, mas como uma experiência de autoconhecimento.

Com base em estudos de biomecânica e na prática clínica, a autora responde dúvidas comuns de quem corre ou quer começar. Temas como postura, tipo de pisada, escolha de tênis, respiração e prevenção de lesões aparecem com explicações diretas, sem recorrer a fórmulas universais.

Um dos pontos centrais da obra é a ideia de que o corpo humano é adaptável e “antifrágil”, capaz de evoluir quando estimulado da forma correta. Nesse contexto, a corrida deixa de ser vista como uma atividade restrita a atletas ou a quem busca emagrecimento, e passa a ser entendida como ferramenta de saúde e longevidade.

“A Raquel fala hoje tudo o que eu gostaria de ter ouvido há, pelo menos, vinte anos. Como foi que nós – principalmente mulheres – crescemos achando que somos frágeis ou que exercício é só para quem quer emagrecer? Que sorte a nossa ter encontrado a voz dela a tempo”, diz Mari Krüger, bióloga, DJ e uma das principais divulgadoras científicas do Brasil

A publicação também dialoga com um público mais amplo, especialmente iniciantes, ao destacar três pilares para a criação do hábito: ambiente adequado, repetição e recompensa. A mensagem é clara: correr não depende apenas de desempenho, mas de consistência e contexto.

Ao mesmo tempo, o livro evita um discurso simplista. A própria autora reconhece que nem todos precisam correr, mas defende que todos deveriam ter acesso ao conhecimento sobre o movimento e suas possibilidades.

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Nas ruas

Salvador 10 Milhas reúne 5 mil corredores e reforça corrida de rua como marca do aniversário da cidade

Participantes cruzam principais cartões-postais da cidade em percurso que mescla esporte e turismo

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A Salvador 10 Milhas voltou a ocupar as ruas da capital baiana com cerca de 5 mil participantes, entre atletas profissionais e amadores, em mais uma edição que mistura esporte, turismo e identidade cultural. Realizada dentro das comemorações pelos 477 anos da cidade, a prova reforça seu espaço no calendário esportivo local.

Com percursos de 5 e 10 milhas, a corrida atravessou alguns dos principais cartões-postais da cidade, ligando o Rio Vermelho e o Comércio à Ponta do Humaitá. Nem mesmo a chuva afastou os corredores. Para muitos, o clima adverso funcionou como estímulo extra, evidenciando um perfil cada vez mais resiliente e engajado do praticante de corrida de rua. A prova também marca, para parte do público, o início simbólico da temporada esportiva.

Outro ponto de destaque é a construção de identidade. Ao homenagear a capoeira (com referências às vertentes Angola e Regional), o evento amplia seu alcance para além do esporte e se conecta com a cultura baiana. Esse diálogo fortalece o vínculo com o público local e diferencia a corrida em um cenário nacional cada vez mais competitivo.

A estrutura oferecida na chegada, com serviços de recuperação e atrações musicais, reforça a experiência do participante. Ainda assim, o crescimento do evento traz desafios: manter a qualidade da organização e ampliar o acesso sem perder a essência são pontos centrais para as próximas edições.

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