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Brasileirão

Bahia vence o Vasco, abre vantagem no G-6 e encosta na vaga da Libertadores

Triunfo construído com domínio tático, gol de Erick Pulga e tarde inspirada de Everton Ribeiro coloca o Tricolor a um passo da classificação

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O Bahia fez valer o mando de campo, a fase mais sólida e a urgência por ficar no topo. Ao vencer o Vasco por 1 a 0 neste domingo, na Arena Fonte Nova, o Tricolor deu um passo importante rumo à vaga na Libertadores de 2026, sustentando uma campanha consistente no momento decisivo do Brasileirão.

O gol do triunfo saiu aos 27 minutos do segundo tempo, com Erick Pulga, justamente no período em que o Bahia tinha um jogador a mais — consequência da expulsão de David após entrada forte em Kanu. O lance mudou o ritmo da partida, que até então refletia o desenho da primeira etapa: controle do Bahia, dificuldades do Vasco e impacto direto de Everton Ribeiro no funcionamento ofensivo.

O camisa 10 distribuiu o jogo, organizou o meio-campo e criou a melhor chance do primeiro tempo ao deixar Arias na cara do gol. Ademir, também participativo, obrigou Léo Jardim a boa defesa. Enquanto isso, o Vasco sofreu para construir, especialmente com Matheus França apagado ao substituir o suspenso Philippe Coutinho.

O segundo tempo manteve a mesma lógica, mas acrescentou um componente inusitado: a expulsão de Santiago Mingo por retardar a própria substituição. Com 10 para cada lado, o Vasco até conseguiu reagir nos minutos finais, mas seguiu sem conseguir transformar volume tardio em gol — e acumulou a quinta derrota consecutiva, entrando em alerta total a seis pontos do Z-4.

O Bahia, por outro lado, chegou aos 56 pontos, firmou-se no sexto lugar e abriu oito de vantagem para o São Paulo, primeiro time fora da zona de classificação à Libertadores. Com três rodadas pela frente – Juventude, Sport e Fluminense – o Tricolor está muito perto de confirmar um objetivo que parecia distante no início do campeonato.

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Bahia vence o Sport e leva decisão da vaga direta à Libertadores para a última rodada

Rodrigo Nestor e Luciano Juba marcam no último jogo do ano na Casa de Apostas Arena Fonte Nova

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O Bahia fez o que precisava: venceu, controlou o jogo e manteve viva a corrida por uma vaga direta na fase de grupos da Libertadores. O triunfo por 2 a 0 sobre o já rebaixado Sport, na Arena Fonte Nova, foi construído com autoridade, e também com paciência diante de uma noite inspirada do goleiro Caíque Franque, que evitou uma goleada e chegou a defender um pênalti de William José.

A partida expôs dois cenários opostos. De um lado, um Bahia dominante, especialmente no primeiro tempo, criando chances em sequência e acelerando o jogo pelos lados. Do outro, um Sport abatido pela campanha, pela lanterna e pelas dez derrotas seguidas, sem capacidade de resposta e quase sempre encurralado em seu campo.

O primeiro gol veio com Rodrigo Nestor, coroando o volume ofensivo do time. Na etapa final, o jogo ganhou um elemento simbólico: Luciano Juba, em seu terceiro reencontro com o Sport, marcou um belo gol de fora da área e fez valer a conhecida lei do ex, ainda que sem comemoração. O chute forte e preciso ampliou o placar e consolidou um resultado que poderia ter sido mais largo.

Com esse resultado, o Bahia chegou aos 60 pontos, segue em sexto lugar e mantém a perseguição ao Fluminense, que soma 61 e ocupa o quinto lugar. O último que garante vaga direta na Libertadores. A disputa ainda inclui o Botafogo, deixando tudo aberto para uma rodada final de tensão.

E o destino reservou um roteiro perfeito para o desfecho: Fluminense x Bahia, no Maracanã. Um confronto direto, carregado de peso esportivo e emocional, que decide o lugar do Bahia no cenário continental de 2026.

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Brasileirão

Bragantino atropela Vitória e expõe fragilidades defensivas do Rubro-Negro

Situação do Leão é complicada e time passa a depender de outros resultados para se salvar do rebaixamento

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O Vitória viveu noite para esquecer. Frágil na recomposição e desajustado entre as linhas, o time baiano viu o Bragantino construir uma goleada praticamente sem resistência. Em oito minutos, Eduardo Sasha marcou duas vezes diante de uma defesa aberta, que não conseguiu acompanhar a velocidade e a leitura de jogo do adversário.

O primeiro gol nasceu de uma arrancada de Jhon Jhon pelo meio completamente exposto. Sinal de um setor que o Vitória não conseguiu proteger em nenhum momento. Minutos depois, Sasha voltou a aparecer livre para ampliar, em jogada que expôs novamente a falta de coordenação entre zaga e meio-campo. Com espaço de sobra, o Bragantino empilhou chances com Jhon Jhon, Sasha e Gustavinho, enquanto o Vitória tentava reter a bola sem conseguir transformar isso em presença ofensiva.

A volta do intervalo não mudou o roteiro. Logo aos cinco minutos, Lucas Barbosa acertou um chute preciso no canto de Thiago Couto e abriu caminho para um segundo tempo ainda mais duro para o Vitória. A defesa continuou dando metros de campo ao Bragantino, e o castigo veio novamente com Jhon Jhon, que aproveitou rebote para transformar o placar em goleada aos 19 minutos.

Sem ajuste tático e com dificuldade de competir fisicamente, o Vitória escapou de um resultado ainda mais pesado graças às defesas de Thiago Couto. A luta contra o rebaixamento fica ainda mais complicada e o clube não depende mais de si para se salvar na última rodada do Brasileirão.

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Brasileirão

Grêmio fecha parceria com a New Balance para a temporada 2026

Clube gaúcho e marca norte-americana fecham contrato para equipes masculina e feminina em todas as categorias

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O Grêmio oficializou, nesta quinta-feira (27), um dos movimentos mais simbólicos de sua reestruturação recente: a parceria com a New Balance, que assumirá a produção dos uniformes do clube a partir de 2026. O contrato, anunciado na sede gremista em Porto Alegre, envolve todas as equipes (masculino, feminino e categorias de base) e inaugura uma nova etapa na gestão da marca tricolor.

A mudança vai além da estética. Em clubes de massa como o Grêmio, a camisa tem peso cultural, político e emocional. Não é apenas um produto; é identidade. Por isso, a troca de fornecedor tende a mobilizar torcedores e a reposicionar o clube dentro do mercado esportivo global.

O presidente Alberto Guerra destacou justamente esse aspecto ao celebrar o acordo. Segundo ele, a parceria atende a um desejo histórico da torcida e reforça um dos símbolos mais fortes do clube. Do outro lado, a New Balance, representada por Leandro Moraes, aposta na conexão entre duas instituições centenárias, ambas com raízes profundas e tradição global.

A nova camisa, já em desenvolvimento, será apresentada “em breve”, mas ainda sem data de estreia marcada em competições oficiais. Para o Grêmio, a negociação também integra um movimento de reposicionamento após anos de instabilidade esportiva, reforçando valores como pertencimento, legado e modernização.

Fundado em 1903, o Tricolor carrega uma das trajetórias mais ricas do futebol brasileiro, com títulos como o Mundial de 1983, três conquistas da Libertadores, dois Brasileiros e cinco Copas do Brasil. Uma história que agora se conecta a outra marca centenária: fundada em 1906, em Boston, a New Balance é um dos principais players do setor esportivo, com presença mundial e forte cultura no lifestyle.

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