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Nas quadras

Basquete Baiano: Basquete Feminino encerra a Primeira edição do CBBB 2024/2025

Conheça os grandes campeões de todas as categorias

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Foi encerrada a primeira 1ª Edição do CBBB 2024/2025 com jogos exclusivos femininos com 04 times da capital e interior. Em uma disputa acirrada, o Master Bahia conquistou o título de campeão, superando NBC, que ficou com a segunda colocação na grande final do Campeonato de Basquete de Base da Bahia (CBBB) na categoria Feminino Adulto. O IEM – Instituto Edu Mariano completou o pódio, garantindo a medalha de bronze.

Emocionada com a conquista, a capitã do Bahia Master, Gabriele Hayne, destacou que há muito tempo não via tantas meninas jogando Basquete. “É muito gratificante ver renovação no basquete feminino. Que venham outros campeonatos e que o basquete feminino cresça e se fortaleça em nosso estado”, disse. A jovem destacou também a união, entrega, superação e companheirismo do time que conquistou o título de campeão Categoria Adulto Feminino.

MVP da categoria Sub 16, Lucas Cordeiro Affonso, também expressou sua alegria com a premiação. “Foi uma grande honra representar meu time, a EB – Escola de Basquete, na categoria Sub-16 e uma experiência inesquecível ser eleito o MVP e ainda o maior pontuador de 3 pontos. Quero agradecer à CBBB por organizar esse evento incrível, que ajuda a valorizar o basquete aqui na nossa região e dá a chance de jogar contra atletas de alto nível. Agradeço a minha equipe e especialmente ao meu treinador, Gustavo Aurino, que tem sido essencial na minha formação como atleta”, pontuou.

O organizador do CBBB, Paulo Henrique Pereira da Silva, fez um balanço positivo da competição e já lançou as próximas competições. “Queria agradecer a todas as equipes que participaram da Primeira Edição da competição. Iniciamos dia 08 de fevereiro o 1º Campionship 3X3. Urbano e inovador, o 3X3 se inspirou em diversas formas de Basquete de rua praticadas em todo mundo e é considerado o esporte urbano número 1 do planeta”, ressaltou.

O CBBB terá sua segunda edição prevista para iniciar em abril, com disputas emocionantes até novembro de 2025. Às inscrições serão abertas em março e todas as categorias de Base estarão representadas.

 – Resultados completos e destaques da competição:

Campeão Sub-14: NBB/CEPE
Vice-campeão Sub-14: ESCOLA DE BASQUETE
Terceiro lugar Sub-14: GCBCAP
Cestinha Sub-14:  ARTHUR NOGUEIRA – IEM
MVP Sub-14: MATHEUS MAGALHAES – IEM

Campeão Sub-16: NBB/CEPE
Vice-campeão Sub-16: GCBCAP
Terceiro lugar Sub-16: ESCOLA DE BASQUETE
Cestinha Sub-16: HEITOR CARDOSO – IEM
MVP Sub-16:  LUCAS AFONSO – ESCOLA DE BASQUETE

Campeão Sub-18: ILHEÚS BASQUETEBOL
Vice-campeão Sub-18: NBB/CEPE
Terceiro lugar Sub-18: IEM – Instituto Edu Mariano
Cestinha Sub-18: Deivilin Ribeiro (GCBCAP) – 163 pontos
MVP Sub-18: João Silva (Ilhéus Basquetebol)

Campeão Sub-20: GCBCAP
Vice-campeão Sub-20: IEM – Instituto Edu Mariano
Terceiro lugar Sub-20: NBB/ CEPE
Cestinha Sub-20: DEISON SILVA – IEM
MVP Sub-20: JOÃO SANTOS – NBB/CEPE

Campeão Sub-23: IEM – Instituto Edu Mariano
Vice-campeão Sub-23:  GCBCAP
Terceiro lugar Sub-23: ABS/SIMÕES FILHO
Cestinha Sub-23: GABRIEL MARIANO – IEM
MVP Sub-23: GABRIEL MARIANO – IEM

Campeão FEMINIMO Adulto:  MASTER NAHIA
Vice-campeão FEMINIMO Adulto: NBC
Terceiro lugar FEMINIMO Adulto: IEM – Instituto Edu Mariano

Próximos Campeonatos (datas e horários sujeitos à alteração):

1º Campionship 3X3 CBBB

Data: 08 a 16/02/2025 (jogos sábado e domingo)

Categorias: Sub 14, Sub16, sub 18, sub20, sub 23 e adulto

Feminino e Masculino

Fotos: Jhon Xavier

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Salvador Basketball ganha espaço na TV aberta em momento importante para o basquete feminino

Transmissão nacional reforça visibilidade da modalidade e coloca equipe baiana em evidência na LBF

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O Salvador Basketball volta à quadra neste domingo diante do ADRM Maringá pela fase classificatória da Liga de Basquete Feminino 2026, em confronto que terá transmissão ao vivo da TV Brasil.

A partida, disputada em Maringá, acontece em um contexto delicado para as duas equipes. O time baiano chega pressionado após a dura derrota para o Sampaio Basquete, enquanto a equipe paranaense também tenta se recuperar depois de tropeço diante do Campinas.

O jogo simboliza um movimento importante para o esporte feminino brasileiro: a ampliação de espaço na televisão aberta. Em um país onde a maior parte da cobertura esportiva ainda concentra atenção no futebol masculino, a presença constante da LBF na programação nacional ajuda a fortalecer visibilidade, mercado e identificação do público com a modalidade.

Para o Salvador Basketball, a exposição ganha peso ainda maior. O clube representa um cenário esportivo baiano que busca ampliar protagonismo para além do futebol, em uma capital historicamente rica em talentos, mas que ainda enfrenta dificuldades estruturais em modalidades coletivas femininas.

A iniciativa da EBC de transmitir regularmente a LBF e outras competições femininas acompanha uma transformação gradual no consumo esportivo brasileiro. O público passou a demandar mais diversidade de modalidades, personagens e narrativas, especialmente aquelas ligadas ao esporte praticado por mulheres.

Ainda assim, os desafios permanecem evidentes. Diferenças de investimento, calendário, estrutura e cobertura seguem impactando diretamente o desenvolvimento do basquete feminino nacional. Nesse cenário, a televisão pública assume um papel estratégico ao oferecer espaço que muitas vezes não encontra prioridade nas grandes grades comerciais.

A transmissão começa às 10h45 na tela da TV Brasil (retransmitida pela TVE na Bahia), além de TV por assinatura, parabólica, app TV Brasil Play e YouTube.

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Tenista baiana de 12 anos disputa Banana Bowl em busca de pontos no ranking nacional

Julia Batista Ferreira, de Salvador, participa de tradicional torneio juvenil em São Paulo com apoio da Sudesb

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A jovem tenista baiana , de 12 anos, vai representar a Bahia no , competição juvenil que será disputada entre os dias 16 e 22 de março em . O torneio é um dos mais tradicionais do calendário infantojuvenil e reúne atletas de diferentes regiões do país.

Moradora do bairro de , em , Julia ocupa atualmente a 11ª posição no ranking nacional da categoria 12 anos e chega à competição em busca de pontos importantes para melhorar sua colocação.

A atleta iniciou no tênis em 2023, treinando em quadra pública no bairro da , e rapidamente se destacou no cenário estadual. Hoje, já soma o título de bicampeã baiana da categoria infantojuvenil.

A participação no torneio nacional conta com apoio da , que viabilizou as passagens para a viagem ao interior paulista.

Para a família da atleta, o incentivo é decisivo para ampliar as oportunidades no esporte. Além de competir em alto nível, Julia terá no torneio mais uma experiência importante no processo de formação esportiva.

Em modalidades como o tênis, onde o calendário competitivo exige deslocamentos frequentes, a presença de jovens atletas baianos em eventos nacionais também revela um movimento gradual de fortalecimento da base — etapa fundamental para que novos talentos possam surgir no cenário esportivo brasileiro.

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Bahia vence o Vitória e conquista primeiro título do novo projeto de basquete

Após duas décadas longe das quadras, Esquadrão inicia nova fase com taça e sinaliza retomada histórica da modalidade

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O clássico Ba-Vi voltou a decidir títulos, mas desta vez, fora do futebol. Com apenas seis meses de preparação, o Bahia conquistou a Supercopa Intermunicipal de Basquete ao vencer o Vitória por 79 a 72, no sábado (13), em Feira de Santana. O resultado marca o primeiro troféu do novo projeto tricolor na bola laranja, símbolo de uma retomada que vai além do placar.

O Esquadrão teve controle emocional e tático ao longo da decisão, impondo ritmo desde o início e sustentando a vantagem nos momentos de maior pressão. A campanha até a final reforça o peso da conquista: fase de grupos invicta e uma virada emblemática na semifinal contra o Jequié, vencida por 84 a 78, já indicavam a maturidade precoce de um elenco ainda em formação.

Para o técnico Marcelo Martins, o título coroa um processo que começou com planejamento e identidade. Ao destacar a relevância da Supercopa, uma competição que reúne equipes de todo o estado, o treinador destaca que o troféu representa um ponto de partida sólido para ambições maiores. “Fechar o ano assim nos dá ainda mais motivação para crescer e alcançar objetivos maiores em 2026”, afirmou.

Dentro de quadra, o protagonismo ficou com Adriel Pereira, eleito o MVP da final. Conhecido como Spider, o ala personificou o espírito do grupo: entrega, intensidade e senso coletivo. O reconhecimento individual veio acompanhado de um discurso que revela o custo do projeto nascente — treinos intensos, convivência diária e pouco espaço para a vida fora do esporte. Um retrato comum a quem constrói algo do zero.

O elenco tricolor contou ainda com os armadores Pablo Esteves, Paulo Barreto e Thiago Marques; os alas Carlos Neto, Francis Lauxen e Guilherme Passos; os alas-pivôs Crysthian Pena, Jean Nascimento, Rafael Buffalo e William Santos; além do pivô João Lucas. Um grupo heterogêneo, mas alinhado em torno de um mesmo propósito.

A conquista também resgata capítulos pouco documentados da história do Bahia no basquete. Registros indicam títulos estaduais em 1934 e 1935, além de outras conquistas entre as décadas de 1980 e 2000, incluindo categorias de base. O novo projeto, portanto, não surge do nada: ele reativa uma tradição que o tempo havia silenciado.

Desde a venda da SAF ao Grupo City, em 2023, coube ao Bahia Associação ampliar o horizonte esportivo do clube. O investimento em modalidades como basquete, corrida de rua, futevôlei e vôlei revela uma estratégia clara: diversificar, formar e reconectar o clube com o esporte em sua dimensão mais ampla.

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