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Na saúde

Confira seis passos para sair do sedentarismo com saúde e motivação

Entenda as estratégias fundamentais para quem quer mexer o corpo e colher os benefícios da prática esportiva

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Não é novidade que praticar exercícios físicos regularmente traz benefícios profundos para o corpo e a mente: controle de peso, fortalecimento muscular, melhora do sono, aumento da imunidade e prevenção de doenças crônicas como diabetes, hipertensão e até certos tipos de câncer. Mesmo assim, sair do sedentarismo pode parecer uma missão impossível para muitos.

O problema, quase sempre, não está na falta de informação, mas na dificuldade de transformar a vontade em ação consistente. Para quem deseja finalmente começar — e, principalmente, não desistir — reunimos seis passos essenciais para desenvolver uma rotina equilibrada, segura e duradoura de atividade física.

1. Comece leve e vá com calma
Nada de querer recuperar anos de inatividade em uma semana. Começar com treinos mais curtos, em baixa intensidade, é o segredo para evitar lesões e permitir que o corpo se adapte ao novo ritmo.

2. Crie uma rotina fixa
Defina dias e horários para treinar — como qualquer outro compromisso inadiável. A regularidade é o que transforma o exercício em hábito e permite colher resultados consistentes.

3. Encontre companhia
Treinar com alguém — seja amigo, familiar ou até um grupo — torna a experiência mais divertida e aumenta o senso de responsabilidade com a atividade.

4. Invista no básico
Roupas e calçados adequados fazem diferença. Mais do que estética, trata-se de segurança e conforto, fundamentais para a continuidade da prática.

5. Respeite seu ritmo e celebre progressos
Não espere resultados imediatos. Manter-se motivado exige metas realistas e reconhecimento das pequenas conquistas — mesmo aquelas imperceptíveis ao espelho.

6. Conte com orientação profissional
Se possível, conte com ajuda de profissionais de educação física para montar um plano adequado ao seu perfil. Isso evita erros comuns e garante uma evolução mais natural.

Além da prática em si, hábitos simples de saúde e higiene fazem parte do pacote de autocuidado de quem se exercita. Hidratação constante, alimentação equilibrada e até lavar bem as mãos antes e depois dos treinos — principalmente em academias ou espaços coletivos — são atitudes que ajudam a manter o corpo saudável e livre de infecções.

Segundo Welner Alves, diretor de marketing da Protex, marca referência em proteção da pele, os sabonetes antibacterianos são aliados práticos nesse processo:

“Eles fortalecem a barreira de proteção da pele e eliminam até 99,9% de vírus e bactérias, sendo ideais para quem vive uma rotina de academia ou prática esportiva”

Iniciar uma rotina de atividade física é uma forma de fortalecer a autonomia, cuidar da saúde e ganhar energia para encarar o cotidiano com mais disposição. A fórmula não é mágica, mas com consistência, informação e equilíbrio, o sedentarismo pode, enfim, virar coisa do passado.

Na saúde

Prática esportiva cresce no Brasil e muda relação com desempenho e recuperação

Busca por constância nos treinos impulsiona mercado de suplementação e amplia debate sobre saúde

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O aumento da prática esportiva no Brasil tem provocado mudanças não apenas na rotina dos brasileiros, mas também na forma como saúde, desempenho e recuperação física são encarados. Segundo levantamento do Datafolha divulgado em 2025, mais da metade da população acima dos 16 anos já pratica algum tipo de atividade física, movimento que fortalece um mercado antes restrito aos atletas de alto rendimento.

A suplementação esportiva, por exemplo, passou a ocupar espaço no cotidiano de pessoas comuns que buscam manter regularidade nos treinos, melhorar o condicionamento físico e reduzir os impactos do desgaste corporal. O fenômeno acompanha uma mudança cultural que também pode ser percebida em Salvador, onde cresce a ocupação da orla, praças, academias ao ar livre, e quadras de esportes coletivos.

“A suplementação deixou de ser associada apenas à alta performance e passou a fazer parte da rotina de pessoas que buscam constância, recuperação e qualidade de vida. O mercado evoluiu junto com esse consumidor, que hoje entende a nutrição esportiva como uma ferramenta estratégica para sustentar desempenho e bem-estar no longo prazo”, aponta Gustavo Cadurim, farmacêutico e CEO da Yosen, empresa de base científica ligada à Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP, em Ribeirão Preto.

Nesse cenário, ganha força um debate importante: não basta apenas consumir suplementos, é preciso entender como o organismo absorve esses nutrientes. A chamada biodisponibilidade virou palavra-chave no setor e direciona novas tecnologias voltadas à eficiência da absorção de vitaminas, minerais e compostos ligados à recuperação física.

O movimento acompanha a evolução do próprio esporte contemporâneo. Em um cenário de rotina acelerada e pouco tempo disponível, cresce a procura por soluções práticas que ajudem a sustentar a frequência nos treinos sem comprometer a saúde. A lógica da recuperação passa a ser quase tão importante quanto a do esforço. Segundo o médico do esporte Paulo Puccinelli, a suplementação também tem papel relevante na adaptação do organismo ao treino e na manutenção da saúde.

“Vitaminas e minerais ajudam no processo de recuperação, na resposta ao esforço físico e contribuem para a performance, especialmente quando associados a uma rotina equilibrada de treino, alimentação e descanso”

Ao mesmo tempo, especialistas alertam que suplementação não substitui alimentação equilibrada, descanso e acompanhamento profissional. O crescimento do mercado também exige atenção para excessos, promessas milagrosas e consumo sem orientação adequada.

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Na saúde

Caminhada ganha força como alternativa simples contra o sedentarismo e doenças vasculares

Especialistas apontam que regularidade da prática pode melhorar circulação, reduzir riscos cardíacos e transformar a rotina

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Em um país onde o sedentarismo ainda faz parte da rotina de milhões de pessoas, a caminhada aparece como uma das formas mais acessíveis e eficazes de iniciar uma mudança de hábito. Mais do que atividade física básica, caminhar regularmente passou a ser tratado por especialistas como uma ferramenta importante de prevenção contra doenças cardiovasculares e problemas circulatórios.

A Organização Mundial da Saúde considera a inatividade física um dos principais fatores de risco para a saúde vascular. Já a Sociedade Brasileira de Cardiologia recomenda ao menos 150 minutos semanais de atividade moderada para garantir benefícios ao organismo.

Na prática, isso pode significar apenas 30 minutos de caminhada em cinco dias da semana. Um tempo relativamente curto, mas suficiente para ajudar na redução da pressão arterial, melhorar a circulação sanguínea e diminuir riscos ligados a trombose, varizes e outras doenças crônicas.

Em cidades como Salvador, onde praias, orlas e parques favorecem atividades ao ar livre, a caminhada também se conecta à ocupação dos espaços públicos e à busca por qualidade de vida. Ainda assim, especialistas alertam que o maior desafio não é começar; mas sim manter a regularidade.

A lógica é simples: constância vale mais do que intensidade inicial. Para quem passou muito tempo sedentário, a recomendação é iniciar com percursos leves e aumentar o ritmo gradualmente, permitindo adaptação física sem sobrecarga.

Outro ponto destacado pelos profissionais de saúde envolve hábitos complementares. Hidratação, alongamento e escolha adequada do calçado influenciam diretamente no conforto e na prevenção de lesões.

O uso de meias de compressão também aparece como aliado importante, especialmente para pessoas que sofrem com sensação de pernas pesadas ou problemas circulatórios. A pressão externa controlada auxilia o trabalho das válvulas venosas e evita a sensação de pernas pesadas.

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Na saúde

Nordeste lidera prática esportiva no Brasil e expõe desigualdades regionais no acesso ao movimento

Entenda como a região mais ativa ainda enfrenta barreiras estruturais para manter a população em movimento

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O Nordeste aparece como a região mais ativa do Brasil quando o assunto é prática esportiva. Segundo levantamento recente feito pela Decathlon em parceria com a Consumoteca, 53% da população nordestina mantém uma rotina de exercícios, índice superior ao de todas as outras regiões do país. No outro extremo, o Sul concentra os maiores níveis de sedentarismo, com apenas 34% de pessoas ativas.

93% dos brasileiros dizem querer praticar atividade física. Os números ajudam a entender um país que, embora demonstre vontade de se movimentar, ainda encontra dificuldade para transformar esse desejo em rotina, já que apenas 44% conseguem manter frequência regular.

No caso nordestino, o dado chama atenção não apenas pelo volume, mas pelo contexto. A região lidera mesmo enfrentando limitações históricas de infraestrutura e renda, o que reforça o papel do esporte como prática cultural e social, muitas vezes construída em espaços públicos e coletivos.

Ainda assim, os desafios existem. A falta de motivação aparece como principal barreira (43%), seguida por questões como tempo e custo. Neste último ponto, o Nordeste registre o menor impacto entre todas as regiões. Isso indica uma adaptação da população a práticas mais acessíveis, muitas vezes fora de ambientes pagos.

Quando o olhar se amplia, surgem contrastes importantes. Regiões como Sudeste e Sul, com maior acesso a academias e estruturas privadas, apresentam índices menores de prática regular. O dado sugere que o acesso, por si só, não garante engajamento. Fatores como rotina, pressão profissional e gestão do tempo pesam diretamente.

Outro ponto relevante está na forma como o esporte se encaixa na vida das pessoas. No Nordeste, 66% preferem uma rotina que permita se exercitar, mesmo que isso signifique abrir mão de ganhos financeiros maiores. É um indicativo de que o movimento já ocupa um espaço importante no cotidiano, ainda que de forma não estruturada.

A pesquisa também mostra que o impacto do esporte é percebido de maneira relativamente homogênea entre as regiões, mas com nuances. No Nordeste, 66% afirmam já ter vivido transformações pessoais por meio da prática, um índice próximo da média nacional.

No fim, os dados reforçam um cenário conhecido, mas pouco debatido: o Brasil não tem uma única realidade esportiva. E, para o público baiano, isso é ainda mais evidente. O protagonismo do Nordeste na prática esportiva convive com desafios estruturais que exigem políticas públicas, acesso e continuidade.

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